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Sobre a Airship do Brasil A Airship do Brasil Logística Ltda. (ADB) é uma empresa constituída para desenvolver, operar, comercializar e prestar apoio logístico, segurança, vigilância, publicidade, com equipamentos e meios que visem a minimizar os efeitos dos óbices estruturais que a impedem a utilização de uma logística eficaz, efetiva e segura.
Tem como prioridade, em suas fases iniciais, desenvolver meios e equipamentos denominados dirigíveis, que incorpora categorias de rígidos, não rígidos e semi-rígidos, divididos em Aeróstatos, Dirigíveis mais-leve-que-o-ar e Híbridos (ligeiramente mais-pesado-que-o-ar). O dirigível, por ter a capacidade de navegar de dia e de noite, seja por vôo visual (VFR), seja por instrumento (IFR), permite uma autonomia em grande escala, oferecendo um excepcional conforto aos usuários, pois está livre de ruídos, tem baixíssima vibração e boa visibilidade. Sofre baixa interferência eletromagnética, fruto de a sua estrutura ser de material composto (composite). Oferece possibilidades de cumprir missões de busca e salvamento, vigilância aérea, patrulha, hospital aeromóvel, plataforma de telecomunicações, pesquisas, extrativismo responsável, apoio em calamidade pública, transporte de pessoal e material, além da excepcional meio de publicidade nos diferentes rincões do país. Atualmente, a ADB incorpora nos seus projetos os mais avançados componentes tecnológicos, desde placas foto-voltáicas até sistemas logísticos de embarque e desembarque de cargas. - HISTÓRICO O projeto conceitual de aplicabilidade utilizado pela Airship do Brasil tem suas origens no ano de 1980, quando o mentor do projeto adotado pela empresa buscava meios logísticos alternativos para a Amazônia, entretanto somente começou a ser desenvolvido concretamente e direcionado para o dirigível, no ano de 1990, sendo elaborada, naquela oportunidade, a primeira aproximação de projeto conceitual. Nas fontes de consulta do projeto conceitual, podem ser encontrados os documentos encaminhados ao Estado-Maior do Exército, para a aprovação no ano de 1997 (segunda aproximação), a terceira aproximação apresentada em defesa de tese de mestrado do mentor quando em curso na Venezuela, em 2001, e a quarta aproximação apresentada ao Comandante do Exército, em 2003. A metodologia adotada inicia com os requisitos do cliente (civil e militar), projeto conceitual propriamente dito e elaboração das bases para o projeto preliminar e o projeto detalhado ou definitivo. O projeto conceitual divide-se em aspectos organizacionais e aspectos tecnológicos. Os aspectos organizacionais estão relacionados com o modelo gerencial a ser adotado para a consecução do projeto. Inclui-se a análise das opções que considera o Governo Federal como Facilitador, Facilitador e Investidor Parcial ou Facilitador e Investidor Total. São analisados, ainda, os segmentos: Clientes, Construtor e Operador, a fim de atender às múltiplas funções do dirigível. Os aspectos tecnológicos estão divididos em AERODINÂMICA, ESTRUTURA, PROPULSÃO E DESEMPENHO / ESTABILIDADE (estática e dinâmica). Estes aspectos estão arquivados com o mentor do projeto e não são ostensivos. Estima-se, salvo melhor juízo, que esses aspectos serão apresentados para discussão ao longo da execução do projeto preliminar e projeto detalhado. Um memorando de entendimentos foi assinado com o Exército Brasileiro e a Petrobrás em 2004. • Dirigível no Mundo Um dirigível é, por definição, um veículo que se desloca no ar, sustentado por um gás mais leve do que aquele e equipado com motores de propulsão e mecanismos de controle. O gás de sustentação é usualmente o hélio, mas pode ser também o hidrogênio, o ar aquecido (normalmente usado em balões) e mesmo o vapor de água. 0s dois principais tipos de dirigíveis são o não rígido (ou flexível) e o rígido. O não rígido (“blimp”) colapsa quando o gás é removido. A nacele é suportada por cabos presos no topo do envelope que tem a forma aproximada de um charuto. O “Goodyear” é um exemplo famoso de dirigível não rígido. O dirigível do tipo rígido, semelhante ao Zeppelin, foi construído na Alemanha no início deste século, conforme invento do General Aeronauta von Zappelin. O sucesso deste tipo de veículo como meio de transporte e sua reconhecida segurança terminaram com o célebre acidente que destruiu pelo fogo o Hindenburg, em Lakehurst, New Jersey (EUA), em 6 de maio de 1937. Até a presente data, não se conseguiu apurar as verdadeiras causas do acidente, apesar de inúmeras tentativas. A Airship do Brasil classifica a família de dirigíveis em: • Aeróstatos • Dirigíveis (rígidos e não ridos) mais-leve-que-o-ar • Híbridos ligeiramente mais-pesado-que-o-ar Diversos países, especialmente os mais desenvolvidos, vêm se ocupando com afinco com projetos e fabricação de dirigíveis, para todos os fins. Atualmente, todos os recursos da Airship do Brasil Logística Ltda. são privados. Dado que os avanços tecnológicos permitem desenhar dirigíveis à altura do século XXI, vislumbram-se a cada dia novos usos a serem atendidos com vantagens por esse tipo de aeronave. O interesse de diversas empresas civis de alta credibilidade nacional e internacional, sejam produtores, operadores e eventuais usuários, pode significar a decolagem segura para que o projeto de dirigíveis no Brasil saia da prancheta e comece a fazer parte integrante não apenas do sistema de logística e transportes, mas também da infra-estrutura sócio-econômica nacional. Face ao imperativo de realização de empreendimentos e busca do desenvolvimento nacional, aos seus custos extremamente elevados e aos parâmetros ecológicos a serem levados em conta, o dirigível, apresenta-se como uma solução, que não é panacéia, mas atende parcialmente aos requisitos essenciais da empreitada. Quando se atenta ao mesmo tempo para as necessidades de reconstrução e mesmo expansão do sistema viário nacional nas regiões nordeste e centro e sul, a opção brasileira pelo dirigível impõe-se ainda com maior evidência. É compreensível que os países mais desenvolvidos que aplicam cerca de 2,5% de seu produto interno bruto na infra-estrutura de transportes não sintam, de maneira crucial, as vantagens dessa opção. Porém, nos países em desenvolvimento, que para fazer avançar suas economias necessitam de um sistema de transporte moderno - mas que, ao mesmo tempo, amargam suas limitações devido aos recursos insuficientes de que dispõem para implantá-lo - o dirigível é uma solução que se ajusta perfeitamente a muitas de suas necessidades. A fim de melhor entender a oportunidade que o dirigível oferece ao sistema logístico e de transportes do Brasil - e de modo geral aos países em desenvolvimento - é conveniente explicitar seus usos de maior relevância e a estratégia a ser seguida para tornar realidade sua aplicação no País, com futura projeção de poder para outras partes do planeta. • Início da idéia na Airship do Brasil (ADB) Desde 1990, o Exército Brasileiro (EB) vem estudando o desenvolvimento do “Projeto Dirigível do Exército Brasileiro”, projeto que tem como principal objetivo a construção de dirigíveis com viabilidade econômica e com capacidade de transporte até 500 (quinhentas) toneladas e autonomia na ordem de 7.200 km (sete mil e duzentos quilômetros), podendo ser superior a este número. Em junho de 1995, o EB realizou uma reunião com a Bertolini para início de tratativas sobre o Projeto. Em julho de 1997, houve a formalização do interesse da Bertolini na participação da implementação do Projeto. Em agosto de 1997, foi realizada uma viagem técnica da Diretoria de Transportes do Exército e da Bertolini aos EUA, Alemanha e Rússia, dando continuidade ao desenvolvimento do Projeto. Em 1999, houve demonstração de interesse da Mira Transportes em participar Projeto. Em 09 de outubro de 2003, foi expedido, pelo Exército Brasileiro ao Presidente da Engevix, o Ofício nº. 86, convidando a Engevix a participar de reunião na qual seria apresentada uma síntese do Projeto aos interessados, visando à determinação de estudos preliminares pela área técnica da Força, no sentido de verificar a viabilidade do empreendimento. Em 11 de novembro de 2003, foi realizada reunião no Gabinete do Comandante do Exército Brasileiro, ocasião em que a IMBEL e a Engevix ingressaram no Projeto. Em 03 de dezembro de 2003, houve nova reunião, na sede da Engevix, ocasião em que se decidiu pela constituição de um grupo de trabalho, formado por patrocinadores e observadores, para viabilização do Projeto; Em 30 de janeiro de 2004, foi expedido pelo Exército Brasileiro ao Presidente da Engevix o Ofício nº. 13, nos seguintes termos: (i) aceitando que o presidente do Grupo de Trabalho passava a ser o Sr. Arminak Cherkezian; (ii) designando os Srs. Cel. Marcelo Augusto de Felippes (membro da Airship Association – Inglaterra) e Cel. R/I Evandro Rodrigues Soares, respectivamente, como representantes do Comandante do Exército e da IMBEL no Projeto; e (iii) designando a IMBEL como elo empresarial do Exército no Projeto. Em 12 de fevereiro de 2004, foi realizada reunião em São Paulo com o Sr. Jim Ferguson e Sr. Carlos Artola, representantes das empresas americanas Aerodigm Corp . e M7 Aerospace , tendo sido apresentada ao Grupo de Trabalho a tecnologia e a capacidade produtiva de tais empresas. No período de 28 de abril de 2004 a 01 de maio de 2004, os representantes do Grupo de Trabalho visitaram a sede da M7 Aerospace em San Antonio, Texas, EUA, ocasião em que conheceram as instalações da empresa e verificaram, com maior profundidade, a sua capacidade produtiva. Em 13 de maio de 2004, foi realizada reunião na sede da Engevix, com a presença dos representantes do Exército, IMBEL, Engevix, Petrobrás, BNDES, Embraer, Bertolini, Mira, Itapemirim e GM Consultoria, bem como do Presidente do Grupo de Trabalho, ocasião em que foi discutida a tecnologia da empresa visitada. Em 2005, a Airship do Brasil é constituída de fato e de direito e ao início de 2006, contando com 3 sócias em quotas iguais - Desenvix (Grupo Engevix), Target (Grupo Mira) e Ibepar (Grupo Bertolini) - obtém seu CNPJ e continua em busca de uma tecnologia viável para o desenvolvimento de seus objetivos. No período de 05 a 08 de maio de 2006, representantes da Airship do Brasil visitaram a empresa AEROS , na cidade de Tarzana, Los Angeles, EUA, ocasião em que conheceram as instalações da empresa e verificaram, com maior profundidade, a sua capacidade produtiva. Ao total foram pesquisadas 27 empresas no mundo e concluiu-se que apenas 10 poderiam desenvolver os projetos de interesse da Airship do Brasil. Entre essas se encontra a AEROS , empresa que desenvolve equipamentos para o governo americano (inclusive o Projeto Walrus) e conta com cerca de 30 produtos no mercado considerados bem-sucedidos. A partir de abril de 2009, a Airship do Brasil Logística Ltda. passou a contar com o gerenciamento executivo da empresa LIA (Logistics International Associates), que passou a materializar os projetos em artefatos voadores. O Dirigível tem sua origem no Balão e tornou-se propriamente dirigível pelo brasileiro Santos Dumont, em 1899. 0s estudos conduzem a efetivação desse meio logístico e de transporte para países em desenvolvimento e que possuam óbices de circulação, tais como, Brasil, China, Índia e etc. Os países desenvolvidos não apresentam graves problemas na infra-estrutura logística e de transportes. Para o benefício da humanidade, o dirigível é um meio logístico alternativo e/ou complementar que vem somar-se aos demais. Veículo ecologicamente correto possui uma tecnologia simples e é considerada ideal para os países em desenvolvimento, onde as tecnologias intermediárias têm maior probabilidade de execução. As múltiplas aplicações em diferentes tipos de missões colocam os dirigíveis como uma alternativa plenamente viável e extremamente flexível. Os projetos são customizados e, muitas vezes, desenvolvidos em parceria com empresas, universidades e instituições renomadas. A Airship do Brasil - ADB, juntamente com a LIA, vem atualizando o seu Plano de Negócios, adaptando-se constantemente às necessidades do mercado e ao desenvolvimento tecnológico. Conheça também: - Nosso Estudo de Mercado - Nosso Plano de Negócios - Nosso Programa de Trabalho |
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